Através de um mapeamento detalhados da internet nacional, a Associação Comercial de São Paulo (ACSP) acaba de concluir uma pesquisa inédita sobre o uso das redes sociais pelas micro e pequenas empresas alocadas no estado de São Paulo.
Segundo o levantamento – feito com base em 500 entrevistas de todos os segmentos -, 17% das empresas pesquisadas já possuem cadastros em redes sociais com o objetivo de estreitar o relacionamento com os consumidores e balizarem suas ações junto ao público. Entre as mais ativas nesses ambientes, destacam-se as instituições financeiras com 26% de adesão. “Em contrapartida, o comércio varejista é o que faz menos uso da plataforma, contando com 12% das empresas”, diz Sandra Turchi, superintendente de marketing da ACSP.
Nós já estamos cansados de ouvir como as Redes Sociais podem ser úteis para empresas, seja pequena ou grande. Você fala, ouve e espalha sua mensagem e até faz uma promoção, ou quem sabe um sorteio. É comum vermos empresas de todos tamanhos, sites e blogs sorteando prêmios para usuários, sem custo algum para os vencedores. Acredito que exista vantagem nisso, como a geração do que em marketing é chamado de “Goodwill”, sem tradução direta para o português. Na prática, a idéia é gerar familiaridade, boa vontade e associações positivas à sua marca/produto/blog/personalidade, assim como a relação que esta(e) tem com seu público. Mas hoje não podemos negar que com as facilidades da Internet, as empresas estão sujeitas a todo o tipo de ação partindo dos usuários e monitorar pode ser a única forma para prevenir uma potencial crise na imagem da empresa, como aconteceu com a rede de fast food Domino’s nos Estados Unidos que, os funcionários publicaram no Youtube videos com eles próprios enfiando queijo no nariz, “contaminando rodelas de frios com gás mortal”, passando produtos nas partes íntimas e depois os colocando em lanches que seriam servidos para os clientes e uma crise de imagem foi deflagrada na empresa.
O impulso das estimativas de lucro do comércio eletrônico com faturamentos de R$ 10,6 bilhões no ano passado e 30% de crescimento em 2010 tem como impulso o uso da internet pela classe C e o aprimoramento dos lojistas na dinâmica de negociações online através dos diversos meios de pagamento fornecidos por empresas como PagSeguro.
Essa dinâmica não é mais compatível com a burocracia, demora em contratos de câmbio e cartas de crédito. Isto sem falar dos elevados custos destas operações.
Os consumidores estão atentos as inflação que acontece no varejo físico e consultando a internet pode observar que, muitas categorias no e-commerce apresentam deflação no balanço mensal. Além disso, as pessoas enxergam o segmento como barato e seguro para comprar.
Segundo especialistas em marketing, as vitrinis virtuais veio para ficar e ganha cada vez mais espaço na memória do consumidor.
Aqueles empreendedores que vêem a internet como ferramenta de marketing pode aproveitar as facilidades da empresa Ekom que, fornece todas as ferramentas para criação de uma loja online personalisada e inteligênte com todos os recursos para obter todas as informações relevantes sobre os visitantes da loja, podendo assim fazer o seu marketing direcionado.
acesso acsp aumento de vendas banda larga celular comercio online comercio virtual compras compras online compras pela internet comércio eletrônico confiança consumidores online consumo crescimento dia das mães divulgação E-commerce ecommerce Ekom Empreendedorismo empresa empresas inovação Internet investimento loja na internet loja online lojas lojas online lojas prontas lojas virtuais loja virtual Marketing negocios online negócios na internet pesquisa Redes Sociais Tecnologia varejo online Vendas vendas na internet vendas online vendas pela internet vendas web