As empresas brasileiras de comércio eletrônico devem faturar 20% a mais em 2011 no Dia das Mães em relação ao mesmo período de 2010, com a competitividade no setor impulsionando o consumo.
O setor deve reportar faturamento de R$ 750 milhões entre 24 de abril e 8 de maio deste ano, contra R$ 625 milhões obtidos no mesmo período do ano passado, conforme projeção da consultoria e-bit divulgada na segunda-feira (25/4).
O e-commerce é uma tendência de solidificação mundial e o Brasil não poderia ficar de fora quanto a sua participação nos crescentes números de faturamento representados pelo setor.
Podemos dizer que estamos vivendo a fase do amadurecimento do e-commerce no país. Fatores como insegurança, falta de confiabilidade ou mesmo informação para o mercado são pontos que, aos poucos, vão deixando de existir por conta dos investimentos do varejo online em promover uma nova cultura de consumo.
O comércio eletrônico de produtos de consumo, automóveis e do setor de turismo na América Latina e Caribe deve alcançar U$ 69,7 bilhões em 2011. A projeção é da empresa de persquisas E-Consulting, que estima um crescimento médio anual do varejo online da ordem de 19,4% entre 2003 e 2011 na região.
Divulgar produtos e serviços pela internet amplia as vendas online das empresas em até 50%. É o que mostra a Pesquisa de Mapeamento da Internet, realizada pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP). Entre as empresas que utilizam publicidade online e têm operações de comércio eletrônico, cerca de metade consegue mais de 10% do seu faturamento na internet; outros 16% têm de 10% a 30% do seu movimento de vendas na internet e, para 18% delas, as vendas online representam 30% a 50%.
Internautas não lembram de qualquer propaganda online. É necessário ter relevância nos conteúdos para cativar esse público.
As categorias de produtos de tecnologia, carros, roupas e restaurantes são as que se saem melhor no boca a boca online. Por outro lado, refrigerantes, supermercados e o setor de seguros são os que oferecem menos vantagens de relacionamento, de acordo com pesquisa feita com público jovem e adulto, apresentada durante o 4º Congresso Brasileiro de Pesquisa (ABEP) e postada no jornal Meio e Mensagem por Mariana Ditolvo.
O impulso das estimativas de lucro do comércio eletrônico com faturamentos de R$ 10,6 bilhões no ano passado e 30% de crescimento em 2010 tem como impulso o uso da internet pela classe C e o aprimoramento dos lojistas na dinâmica de negociações online através dos diversos meios de pagamento fornecidos por empresas como PagSeguro.
Essa dinâmica não é mais compatível com a burocracia, demora em contratos de câmbio e cartas de crédito. Isto sem falar dos elevados custos destas operações.
Os consumidores estão atentos as inflação que acontece no varejo físico e consultando a internet pode observar que, muitas categorias no e-commerce apresentam deflação no balanço mensal. Além disso, as pessoas enxergam o segmento como barato e seguro para comprar.
Segundo especialistas em marketing, as vitrinis virtuais veio para ficar e ganha cada vez mais espaço na memória do consumidor.
Aqueles empreendedores que vêem a internet como ferramenta de marketing pode aproveitar as facilidades da empresa Ekom que, fornece todas as ferramentas para criação de uma loja online personalisada e inteligênte com todos os recursos para obter todas as informações relevantes sobre os visitantes da loja, podendo assim fazer o seu marketing direcionado.
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