A Ekom hoje, uma das principais fornecedoras e-commerce simplificado, nosso sistema foi desenvolvido para atender às necessidades de quem está iniciando no mundo das vendas na internet, um sistema prático, acessível, seguro e que está disponível logo após a assinatura. Este sistema continua atendendo ao propósito para que foi criado porém percebemos novas necessidades de nossos clientes.
Para nossa satisfação nossos clientes estão crescendo, e precisam de mais. Os resultados nos mostram que nosso sistema dá resultado e nossa idéia inicial de atender quem está começando foi muito bem recebida por isso, para manter este conceito e continuar a atender nossos clientes decidimos segmentar nossa linha de produtos:
Customizar o Magento? Sim, o Magento realmente é muito bom mas não está preparado para o Brasil, nosso mercado tem peculiaridades únicas, na área técnica (Ex: Meios de recebimento, cálculo de frete, etc…), tributação, regionalização e até em conceitos e práticas adotadas pelo varejo nacional.
Também achamos o painel de administração do Magento muito complicado e estamos trabalhando em uma versão própria para que nossos clientes possam usufruir da mesma qualidade de interface gráfica que já estão acostumados. Enfim, estamos trabalhando muito e com muita satisfação principalmente ao ver os resultados e metas de nossos clientes serem superados.
Aguarde, em breve Ekom Pro!
As vendas no varejo eletrônico brasileiro alcançaram R$ 10,6 bilhões em 2009, um crescimento de 30% em relação a 2008, expansão que de acordo com a e-bit ( empresa de pesquisa e marketing online) deve se repetir em 2010.
As estimativas são de que o e-commerce some R$ 13,6 bilhões este ano. “O Dia das Mães deve ter grande participação nesse crescimento, pois anualmente a data têm se destacado como o período de maior movimentação no varejo eletrônico no geral, logo após o Natal”, destaca Marcos Brancher, sócio- diretor da floricultura online MbFlores.
Segundo pesquisa da Fundação Getúlio Vargas (FGV), o índice de confiança dos industriais brasileiros na economia do país subiu para 115,8 pontos em fevereiro, o maior patamar registrado desde dezembro de 2007.
O chamado Índice de Confiança da Indústria (ICI) subiu 3,2 pontos em relação a janeiro (113,6) e 39,6 pontos frente ao mesmo mês de 2009 (76,2). Quando todos temiam os efeitos da crise mundial.
O ICI mede a confiança dos industriais brasileiros na situação atual da economia e sua expectativa em relação aos próximos seis meses.
O grau de otimismo dos empresários se refletiu em torno da contratação de novos trabalhadores como em suas perspectivas de negócios para os próximos seis meses, segundo a FGV.
O índice de fevereiro foi o terceiro mais alto desde que as medições começaram, em 1995.
Expectativas, que reflete as perspectivas para dentro de seis meses, passou de 114,5 para 118,3 pontos, seu maior nível histórico.
Das 1.056 empresas consultadas para a pesquisa, 31,3% disseram que pretendem contratar novos trabalhadores nos próximos três meses e só 3% preveem demissões. Em janeiro, essas porcentagens eram de 26,5% e 5,7%, respectivamente.
Acabou de sair a pesquisa semestral F/Radar, realizada pela F/Nazca em parceria com o Datafolha desde 2007. Realizada em agosto, a pesquisa mostra que o acesso só cresceu no Sudeste – permaneceu estável ou caiu nas demais regiões. Os internautas brasileiros estão mais jovens; mais escolarizados; 42% pertencem às classes AB e 8 em cada 10 são economicamente ativos.
Quanto ao gênero quase não há diferença – homens e mulheres estão na rede em números praticamente idênticos (dois pontos de diferença). A grande maioria dos usuários (50%) são heavy users (acessam todos os dias). E quanto maior a renda e a escolaridade, mais o usuário vem à internet.
Somos 66 milhões de internautas, segundo a pesquisa, e estamos em segundo lugar no ranking de penetração da internet. Sim, mídia digital é um ótimo canal, como mostraram os resultados do e-commerce no Natal do ano passado.
Pesquisa feita pela Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas (CNDL) e a Frente Parlamentar Mista do Comércio Varejista para apurar como o consumidor prefere pagar suas compras concluiu que 56,8% preferem fazer pagamento à vista e com dinheiro. O levantamento também apontou que 90% desses consumidores gostariam de ganhar desconto. A intenção da CNDL, com essa pesquisa, que envolveu apenas consumidores do Distrito Federal, mas que, de certa forma, são um extrato da população brasileira porque há pessoas de todos os estados, visa a pressionar o Congresso para que aprove mudanças profundas nas normas de cartões de crédito no país, com redução de custos de serviços e juros. O presidente da CNDL, Roque Pellizzaro Junior, observa que o varejo quer poder oferecer preços diferentes para compras com dinheiro ou com cartão de crédito. Isto porque as vendas com cartão têm o custo do cartão de crédito embutido.
acesso acsp aumento de vendas banda larga celular comercio online comercio virtual compras compras online compras pela internet comércio eletrônico confiança consumidores online consumo crescimento dia das mães divulgação E-commerce ecommerce Ekom Empreendedorismo empresa empresas inovação Internet investimento loja na internet loja online lojas lojas online lojas prontas lojas virtuais loja virtual Marketing negocios online negócios na internet pesquisa Redes Sociais Tecnologia varejo online Vendas vendas na internet vendas online vendas pela internet vendas web