O relatório da pesquisa que gera o Índice de Inovação Global deste ano contém um capítulo apenas sobre o Brasil, e afirma que depois de 2014 o país deve se tornar a quinta maior economia do mundo, ultrapassando a Grã-Bretanha e a França. O empreendedorismo brasileiro também foi destacado. De cada oito brasileiros adultos, um já tentou abrir um negócio, afirma o relatório.
Por outro lado, analisados os critérios de números de patentes por milhão de habitantes, investimentos em pesquisa e desenvolvimento, o prazo médio para abrir um negócio e quantos usuários de internet banda larga há no país o Brasil caiu 18 posições em 2010, ficando com em 68º lugar. Ao que se deve as políticas de governo não escaparam do crivo e o relatório afirma que elas carecem de coerência, e que as instituições que administram os processos inovadores são burocráticas e ineficientes. Isso nos leva mais uma vez para o empreendedorismo usando as ferramentas digitais como comércio eletrônico que, corta o caminho burocrático brasileiro e oferece visualisação internacional dos produtos e serviços nacionais.
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Hoje qualquer empreendedor pode decidir. Abrir uma loja em sua cidade na região central e dispor dos valores para investimento em material de apresentação, pessoal, aluguel, água, luz… ou abrir uma loja virtual e vender os mesmos artigos para qualquer lugar do mundo com investimento baixo e ainda tem a opção de fazer também a sua loja na internet e aumentar os seus lucros e visibilidade em sua loja física, fazendo com que a marca fique fortalecida na mente do consumidor. Esta evolução representa o e-commerce, nome dado ao comércio através da internet que vem ganhando cada vez mais espaço, principalmente, entre os pequenos empreendedores e consumidores. No final da década de 90, as lojas virtuais surgiam com uma aposta de várias empresas americanas e européias que começaram a oferecer seus serviços e produtos através da web. Desde então, empresários de todas as partes tem se rendido a aderir essa experiência com a expectativa de alavancar lucros e trazer sucesso para a empresa através desse meio virtual.
O Grupo Pão de Açúcar criou a “GPA Digital” que fica inteiramente dedicada ao relacionamento com o cliente, negócios, produtos, serviços e processos realizados pela companhia por meio da internet. Segundo a empresa, os investimentos nesta área, que devem somar R$ 10 milhões este ano, têm como objetivo expandir a interação de suas marcas na mídia virtual.
Com uma estratégia de comunicação 360º, o projeto, que teve início em agosto de 2009 e foi estruturado como área digital em janeiro deste ano e conta com 16 profissionais de marketing e de tecnologia da informação. Conforme a empresa, o núcleo digital busca antecipar as necessidades e as tendências que ocorrem no mundo virtual e acompanhar o crescimento dos usuários dessas mídias.
O núcleo irá cuidar de todas as marcas da companhia (Extra, Pão de Açúcar, Ponto Frio, CompreBem, Sendas e Assai).
Estão sob coordenação dessa área: o monitoramento das redes sociais e conseqüentemente encaminhamento e recomendação das ações às áreas demandantes; a atualização e construção dos sites da companhia; a manutenção e fortalecimento das marcas na plataforma online; a integração das ações online e offline; e a implantação da estratégia de mobile marketing.
Referência: Agência Estado e IT Web
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