Através de um mapeamento detalhados da internet nacional, a Associação Comercial de São Paulo (ACSP) acaba de concluir uma pesquisa inédita sobre o uso das redes sociais pelas micro e pequenas empresas alocadas no estado de São Paulo.
Segundo o levantamento – feito com base em 500 entrevistas de todos os segmentos -, 17% das empresas pesquisadas já possuem cadastros em redes sociais com o objetivo de estreitar o relacionamento com os consumidores e balizarem suas ações junto ao público. Entre as mais ativas nesses ambientes, destacam-se as instituições financeiras com 26% de adesão. “Em contrapartida, o comércio varejista é o que faz menos uso da plataforma, contando com 12% das empresas”, diz Sandra Turchi, superintendente de marketing da ACSP.
Segundo pesquisa da ACSP, setores que mais se destacam são os de indústria e atacado; nas compras online, o segmento de serviços lidera. Em 74 anos o telefone alcançou cerca de 50 milhões de usuários globais. A internet precisou apenas de quatro. O cenário reflete a pesquisa realizada pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP) sobre negócios realizados pela web, que apontou a marca de 29% das empresas em São Paulo que compram ou vendem pela rede.
Nós já estamos cansados de ouvir como as Redes Sociais podem ser úteis para empresas, seja pequena ou grande. Você fala, ouve e espalha sua mensagem e até faz uma promoção, ou quem sabe um sorteio. É comum vermos empresas de todos tamanhos, sites e blogs sorteando prêmios para usuários, sem custo algum para os vencedores. Acredito que exista vantagem nisso, como a geração do que em marketing é chamado de “Goodwill”, sem tradução direta para o português. Na prática, a idéia é gerar familiaridade, boa vontade e associações positivas à sua marca/produto/blog/personalidade, assim como a relação que esta(e) tem com seu público. Mas hoje não podemos negar que com as facilidades da Internet, as empresas estão sujeitas a todo o tipo de ação partindo dos usuários e monitorar pode ser a única forma para prevenir uma potencial crise na imagem da empresa, como aconteceu com a rede de fast food Domino’s nos Estados Unidos que, os funcionários publicaram no Youtube videos com eles próprios enfiando queijo no nariz, “contaminando rodelas de frios com gás mortal”, passando produtos nas partes íntimas e depois os colocando em lanches que seriam servidos para os clientes e uma crise de imagem foi deflagrada na empresa.
Das 100 maiores empresas do mundo, segundo a revista Fortune, 47 têm conta no microblog. Ficou definitivamente para trás o tempo em que o Twitter era apenas a mídia social queridinha dos usuários de Internet. Em 2009, a ferramenta do singelo passarinho azul consolidou-se como uma poderosa arma de relacionamento para gigantes multinacionais. Segundo estudo da Society New Communications Research, uma em cada três empresas presentes na lista das 500 maiores da revista Fortune tinham uma conta ativa no Twitter no ano passado. Por conta ativa no Twitter entenda-se alimentar o micro-blog com ao menos um post a cada trinta dias.
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