A temporada de datas sazonais no ecommerce deverá começar em alta em 2011. Segundo a e-bit, empresa especializada em informações de comércio eletrônico, o Dia das Mães contribuirá com R$ 750 milhões no ano, o que significaria um acréscimo nominal de 20% em relação a 2010, quando faturou R$ 625 milhões. O período, contabilizado pela e-bit entre 24/04/2011 e 08/05/2011, é o segundo mais lucrativo para o setor, ficando atrás apenas do Natal.
O comércio eletrônico no Brasil não pára de crescer. Em 2010, quase um terço (33,02%) de todas as transações entre varejo e consumidores foram feitas eletronicamente. Naquelas realizadas entre empresas, esse índice sobe pra quase dois terços do total, para 65,25%. Esses dados fazem parte da 13ª edição da Pesquisa FGV-EAESP, divulgada hoje pela Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas.
A Pesquisa foi elaborada pelo professor Alberto Luiz Albertin, coordenador do Centro de Tecnologia de Informação Aplicada (GVcia) e do Programa de Excelência em Negócios da Era Digital (NED). Foram consideradas 470 empresas de vários tamanhos, setores e ramos de atividade, nacionais ou multinacionais que operam no mercado brasileiro e atuam em algum nível no ambiente digital.
A Fundação Getúlio Vargas (FGV) divulgou nesta terça-feira, 19/04, os resultados da 13ª pesquisa Comércio Eletrônico no Mercado Brasileiro, realizada com 470 empresas, nacionais e multinacionais, de diversos segmentos e com atuação em diversos níveis no ambiente digital.
O estudo concluiu que o comércio eletrônico já representa 65,25% das transações B2B e 33,02% dos negócios feitos com o consumidor no Brasil. Com estes percentuais, a pesquisa aponta que o comércio eletrônico vem evoluindo no País e, mais que isso, a tendência é de crescimento, agora cauteloso em com foco no retorno efetivo dos investimentos.
O homem gasta 35% mais compras pela internet do que as mulheres, segundo uma pesquisa da E-bit em parceria com a Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico. Eles buscam, principalmente, eletroeletrônicos, celulares e peças de carros. Além de comprar mais, eles também são maioria: 57% dos clientes online.

O número de pessoas com acesso à internet em qualquer ambiente (domicílios, trabalho, escolas, lan houses ou outros locais), no Brasil, atingiu 73,9 milhões no quarto trimestre de 2010, segundo o IBOPE Nielsen Online.
O número representa crescimento de 9,6% em relação aos 67,5 milhões do quarto trimestre de 2009. O acesso à internet no trabalho e em domicílios vem crescendo ainda mais. O total de pessoas com acesso em pelo menos um desses dois ambientes chegou a 56 milhões em fevereiro de 2010, o que significou um crescimento de 19,2% sobre os 47 milhões do mesmo mês do ano anterior. O total de pessoas que moram em domicílios com acesso à internet cresceu 24% nesse período e já é de 52,8 milhões, segundo o IBOPE Nielsen Online.
Pesquisa referente ao mercado mundial de telefones celulares realizada pelo Gartner mostrou que, em 2010, a Apple aumentou em 87,2% suas vendas e deixou fabricantes de peso para trás. De maneira geral, o setor registrou crescimento de quase 32% em doze meses tendo sido vendidos mais de 1,6 bilhão de celulares em todo o mundo.
De acordo com os dados, a marca da maçã vendeu cerca de 46,5 milhões de iPhones ao longo do ano e, por isso, apareceu como a quinta maior empresa do mercado superando Sony Ericsson e Motorola. No levantamento, o instituto revela que as vendas da Motorola encolheram: eram 58,4 milhões de aparelhos vendidos em 2009 contra os 38,5 milhões comercializados no ano passado.
Continue lendo…
De acordo com dados apresentados pela IAB Brasil (Interactive Advertising Bureau), o mercado de vendas pela internet faturou cerca de R$ 15 bilhões em 2010. A cidade de Campinas ocupou a quinta posição entre as que mais consomem e procuram comércio eletrônico, segundo informações do Google Insigths. Um fator relevante para o aumento nas vendas on-line foi a expansão dos sites de compras coletivas. Em dezembro do ano passado, eram 405 sites e hoje esse número subiu para 1.100, de acordo com o site Bolsa de Ofertas.com.br. Atento a este potencial mercado, o Senac Campinas realiza a mesa-redonda Como Gerar Negócios na Web em 16 de fevereiro, próxima quarta-feira, em seu auditório.
Continue lendo…
Muitos internautas brasileiros ainda não compram em lojas virtuais por medo de terem seus dados extraviados ou de não receberem o produto. Portanto, é imprescindível não só para a conquista de clientes, mas também para o crescimento do comércio eletrônico nacional, que os lojistas ofereçam garantias de segurança aos seus consumidores. Nesse sentido, o selo de segurança se torna um incentivo de vendas muito eficiente.
As vendas por meio da Internet devem permanecer aquecidas ao longo deste ano. As boas projeções levam em conta os negócios registrados em 2010, sobretudo no período que antecedeu o Natal, entre os dias 15 de novembro e 24 de dezembro. Nesse período, as vendas cresceram 40% no país em relação ao mesmo intervalo de 2010, segundo a empresa de monitoramento de comércio eletrônico e-bit. A receita bruta dos sites de comércio eletrônico neste período, puxada pelas vendas de bens de consumo para o Natal, totalizou R$ 2,2 bilhões.
O Plano Nacional de Banda Larga (PNBL) deve colocar no mercado o serviço de internet rápida ao custo final de R$ 35. Mas, de acordo com o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, o valor pode cair para menos de R$ 30. Basta vontade dos Estados.
Continue lendo…
acesso acsp aumento de vendas banda larga celular comercio online comercio virtual compras compras online compras pela internet comércio eletrônico confiança consumidores online consumo crescimento dia das mães divulgação E-commerce ecommerce Ekom Empreendedorismo empresa empresas inovação Internet investimento loja na internet loja online lojas lojas online lojas prontas lojas virtuais loja virtual Marketing negocios online negócios na internet pesquisa Redes Sociais Tecnologia varejo online Vendas vendas na internet vendas online vendas pela internet vendas web