O Brasil é o país com mais empreendedores no mundo, segundo dados da GEM (Global Entrepreneurship Monitor) que mede o nível de atividade empreendedora no mundo desde 1999 e, nesta edição, envolveu 54 países. No Brasil, a pesquisa é realizada desde 2000.
A taxa média de empreendedorismo no Brasil nos últimos dez anos foi de 13%. Em 2009, esse percentual foi de 15%.
Isso significa que de cada 100 brasileiros, que fazem parte da população economicamente ativa, 15 estão empreendendo. Em termos absolutos, o Brasil possui cerca de 33 milhões de pessoas desempenhando alguma atividade empreendedora.
“Existe uma dificuldade, por parte do micro e pequeno empresário, de acompanhar as mudanças tecnológicas, bem como as tendências do comércio eletrônico. Se o negócio já nasceu com foco no virtual, é mais fácil. Porém, no caso de uma pequena empresa do mundo real, que batalha no dia-a-dia para sobreviver, é difícil se atentar às oportunidades”.
A explicação é da superintendente de Marketing da ACSP (Associação Comercial de São Paulo), Sandra Turchi, responsável pelo projeto da entidade de inclusão das MPEs no ambiente virtual, informa o site InfoMoney. O projeto é conduzido pela ACSP em parceria com a Camara-e.net e a estimativa é de que, em 2010, as empresas de micro e pequeno portes representem 30% do comércio virtual, com ganhos de cerca de R$ 15,4 bilhões.
O número de pessoas com acesso à internet em nosso país ultrapassou pela primeira vez a barreira de 65 milhões de pessoas, segundo dados do IBOPE. E o número de pessoas com acesso no ambiente residencial também é recorde e atingiu pela primeira vez os 35,5 milhões de brasileiros, bem como o número de internautas ativos, que chegou ao recorde de 23,1 milhões de pessoas.
“São dados muito positivos”, comenta Alexandre Sanches Magalhães, gerente de análise do IBOPE//NetRatings. “E refletem as políticas públicas de abertura de pontos de acesso à internet em escolas, bibliotecas, telecentros e muitos outros locais, além da avalanche de facilidades para adquirir computadores novos, como financiamentos em muitas prestações e equipamentos mais baratos por causa da concorrência entre os fabricantes de computador”, complementa o executivo.
Agora já é costume. Antes de sair de casa para comprar qualquer coisa, a busca de informações na internet é quase obrigatório. Essa pesquisa inicia-se através do Google e, a partir daí, se sucedem diversos sites, redes sociais, perguntas para os amigos via Twitter etc.
Vemos que, ainda existe dificuldade de algumas empresas em usar a internet como vitrini para os seus produtos e/ou serviços, acreditando que uma loja virtual não trará retorno. Nada mais distante da realida.
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Uma das tendências reside no fato dos consumidores passarem cada vez mais a comparar preços de produtos em diferentes lojas por meio dos seus celulares ligados a internet, antes da compra em lojas fisicas.
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