Em dados do Ibope foi constatado que, 45% do acesso doméstico à internet é feito pela classe C. São esses consumidores que, ao ver ofertas com pagamentos em até 12X, faz suas compras de eletroeletrônicos, vestuário e equipam suas casas.
É um círculo virtuoso que promete aumentar a partir da oferta de acesso em banda larga gratuita ou a preços populares a partir deste ano. Preparem-se porque os outros 55% desses consumidores vão entrar na rede mundial muito rápido!
Já o acesso a internet usando o celular é de 14% da classe A, 6% na classe B, 2% na C e 1% na DE. O acesso mobile (por celular, pda ou smartphone) serve primeiramente para receber e enviar emails (27%), depois para ler notícias (23%) e acessar e-commerce. Esses consumidores buscam informações sobre o produto.
O Comércio via celular deve somar US$ 119 bilhões em 2015.
Uma das tendências evidenciadas pelo relatório reside no fato dos consumidores passarem cada vez mais a comparar preços de produtos em lojas diferentes por meio dos seus celulares, antes da com compra.
E uma pesquisa realizada nos Estados Unidos pela Sterling Commerce – empresa do grupo AT&T – apontou que cerca de 85% dos entrevistados, por exemplo, querem poder comprar um item online e trocá-lo em uma loja física enquanto 67% querem poder fazer o pedido online e apanhar a mercadoria na loja.
O comércio eletrônico pode, apesar de pouco tempo de existência, ser considerado a grande referência de produtos variados. Do total de pessoas que acessaram a rede mundial de computadores para adquirir mercadorias em lojas virtuais, 86,3% a consideraram confiável.
Segundo pesquisa feita através de 1,4 milhão de questionários, entre janeiro e dezembro do ano passado, e a média de satisfação revelada pelos pesquisados com o desempenho das lojas ficou em 86,3%.
Somente no mês de dezembro foram coletados 150.998 mil questionários entre os dias 1 e 31. O índice específico do mês do Natal ficou em 85,98% de satisfação.
De acordo com a e-bit, foram movimentados R$ 1,6 bilhão no período de 15/11 a 24/12 em vendas de bens de consumo. Esse valor representa um aumento de 28% em relação ao mesmo período de 2008, quando o faturamento para a data sazonal foi de R$ 1,25 bilhão.
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