A China apoiará a entrada de produtos japoneses no mercado doméstico, contanto que sejam seguros, afirmou nesta segunda-feira o ministro do Comércio, Chen Deming.
Chen notou que a 110ª Feira de Cantão, ou Feira de Importação e Exportação da China, terá uma área especial para os produtos japoneses. O evento será realizado neste outono na Província de Guangdong, sul do país.
Apesar do crescimento das compras via e-commerce, esse estilo de comércio eletrônico ainda é muito recente e por isso há ainda, por parte do consumidor, muita insegurança na transmissão de dados e senhas pessoais em um ambiente virtual na hora do pagamento. “Muitas pessoas não sabem distinguir um site ‘seguro’ de um altamente permeável. A legislação brasileira tende e quase que se obriga a mudanças no código de defesa do consumidor, exigindo e punindo as lojas virtuais que não se adequarem às boas práticas de segurança.”, destaca Arnaldo Korn do portal ‘Pagamento Já’, especializado em fazer intermediação de pagamentos via internet para todo tipo de comércio eletrônico.
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O comércio eletrônico no Brasil não pára de crescer. Em 2010, quase um terço (33,02%) de todas as transações entre varejo e consumidores foram feitas eletronicamente. Naquelas realizadas entre empresas, esse índice sobe pra quase dois terços do total, para 65,25%. Esses dados fazem parte da 13ª edição da Pesquisa FGV-EAESP, divulgada hoje pela Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas.
A Pesquisa foi elaborada pelo professor Alberto Luiz Albertin, coordenador do Centro de Tecnologia de Informação Aplicada (GVcia) e do Programa de Excelência em Negócios da Era Digital (NED). Foram consideradas 470 empresas de vários tamanhos, setores e ramos de atividade, nacionais ou multinacionais que operam no mercado brasileiro e atuam em algum nível no ambiente digital.
A Fundação Getúlio Vargas (FGV) divulgou nesta terça-feira, 19/04, os resultados da 13ª pesquisa Comércio Eletrônico no Mercado Brasileiro, realizada com 470 empresas, nacionais e multinacionais, de diversos segmentos e com atuação em diversos níveis no ambiente digital.
O estudo concluiu que o comércio eletrônico já representa 65,25% das transações B2B e 33,02% dos negócios feitos com o consumidor no Brasil. Com estes percentuais, a pesquisa aponta que o comércio eletrônico vem evoluindo no País e, mais que isso, a tendência é de crescimento, agora cauteloso em com foco no retorno efetivo dos investimentos.
As empresas brasileiras de comércio eletrônico devem faturar 20% a mais em 2011 no Dia das Mães em relação ao mesmo período de 2010, com a competitividade no setor impulsionando o consumo.
O setor deve reportar faturamento de R$ 750 milhões entre 24 de abril e 8 de maio deste ano, contra R$ 625 milhões obtidos no mesmo período do ano passado, conforme projeção da consultoria e-bit divulgada na segunda-feira (25/4).
O homem gasta 35% mais compras pela internet do que as mulheres, segundo uma pesquisa da E-bit em parceria com a Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico. Eles buscam, principalmente, eletroeletrônicos, celulares e peças de carros. Além de comprar mais, eles também são maioria: 57% dos clientes online.
Com a regulamentação da Lei Estadual 13.747/2009 – SP, que exige dos estabelecimentos comerciais do Estado de São Paulo a fixação de data e turno para a entrega de produtos, há questionamentos de clientes sobre o suporte dos serviços de encomenda dos Correios para atendimento ao disposto na lei.
Antes de tudo, cabe esclarecer que a lei realmente é benéfica ao consumidor na entrega de produtos e serviços que exijam a presença do destinatário no domicílio. Nada pior do que ficar esperando alguém para instalar um equipamento em casa e, ao final, ninguém aparecer. Mas é necessário ir um pouco mais a fundo nesta questão.
Pesquisa referente ao mercado mundial de telefones celulares realizada pelo Gartner mostrou que, em 2010, a Apple aumentou em 87,2% suas vendas e deixou fabricantes de peso para trás. De maneira geral, o setor registrou crescimento de quase 32% em doze meses tendo sido vendidos mais de 1,6 bilhão de celulares em todo o mundo.
De acordo com os dados, a marca da maçã vendeu cerca de 46,5 milhões de iPhones ao longo do ano e, por isso, apareceu como a quinta maior empresa do mercado superando Sony Ericsson e Motorola. No levantamento, o instituto revela que as vendas da Motorola encolheram: eram 58,4 milhões de aparelhos vendidos em 2009 contra os 38,5 milhões comercializados no ano passado.
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De acordo com dados apresentados pela IAB Brasil (Interactive Advertising Bureau), o mercado de vendas pela internet faturou cerca de R$ 15 bilhões em 2010. A cidade de Campinas ocupou a quinta posição entre as que mais consomem e procuram comércio eletrônico, segundo informações do Google Insigths. Um fator relevante para o aumento nas vendas on-line foi a expansão dos sites de compras coletivas. Em dezembro do ano passado, eram 405 sites e hoje esse número subiu para 1.100, de acordo com o site Bolsa de Ofertas.com.br. Atento a este potencial mercado, o Senac Campinas realiza a mesa-redonda Como Gerar Negócios na Web em 16 de fevereiro, próxima quarta-feira, em seu auditório.
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O último ano revelou números positivos quando o assunto é internet móvel. Os dados levantados pela ABI Research mostraram que a tecnologia movimentou US$ 100 bilhões, o que representa um avanço de 20% em relação a 2009.
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