O último ano revelou números positivos quando o assunto é internet móvel. Os dados levantados pela ABI Research mostraram que a tecnologia movimentou US$ 100 bilhões, o que representa um avanço de 20% em relação a 2009.
O e-commerce é uma tendência de solidificação mundial e o Brasil não poderia ficar de fora quanto a sua participação nos crescentes números de faturamento representados pelo setor.
Podemos dizer que estamos vivendo a fase do amadurecimento do e-commerce no país. Fatores como insegurança, falta de confiabilidade ou mesmo informação para o mercado são pontos que, aos poucos, vão deixando de existir por conta dos investimentos do varejo online em promover uma nova cultura de consumo.
Ao contrário do que você pode imaginar, quem mais acessa as redes sociais nas empresas é o público mais velho. Pessoas entre 29 e 49 anos são as principais responsáveis pelo uso das ferramentas como Facebook e Twitter. Isso foi o que o estudo da Forrester Consulting revelou. A pesquisa foi realizada com 797 profissionais.
A equipe de desenvolvimento da Ekom acaba de lançar um novo modelo de comércio eletrônico. Na verdade não se trata apenas de comércio, mas um novo site onde você pode ter a comodidade de obter notícias, procurar por vagas e oportunidades de trabalho, comprar, vender ou trocar produtos com o público de sua região.
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Os brasileiros realmente se renderam ao universo das redes sociais. De acordo com pesquisa realizada pelo Ibope Inteligência em parceria com a Worldwide Independent Network of Market Research (WIN), 87% dos internautas do País acessam redes sociais (como Facebook, Orkut e Twitter) com frequência.
Mais de 80% das donas de casa brasileiras da classe C estão em redes sociais e se conectam todos os dias à internet, de acordo com uma pesquisa desenvolvida pelas empresas Predicta e Multifocus. Segundo o estudo, 40% dessas mulheres, entre 25 e 49 anos, passam mais de duas horas por dia navegando em páginas da web.
O acesso à internet também está mudando os hábitos das donas de casa: 66% confessam que estão lendo menos off-line e 60% dizem que diminuíram o tempo de pesquisa em lojas físicas, já que fazem isso pela internet. Do total, 63% buscam informações sobre os produtos nos sites das empresas e 12% registraram participação em fóruns ou comunidades a favor ou contra uma marca.
Estudos mostram que os brasileiros têm se beneficiado cada vez mais da tecnologia para resolver problemas do dia a dia. Ela serve também para manter contato com as pessoas e acessar informações profissionais ou de serviços.
A pesquisa denominada Estilos de Vida e Bem-estar Individual, realizada pela empresa Market Analysis, procurou saber como os brasileiros lidam com a tecnologia e verificou que o acesso não é feito para a solução de problemas de sociabilidade ou concorrência de mercado.
Através de um mapeamento detalhados da internet nacional, a Associação Comercial de São Paulo (ACSP) acaba de concluir uma pesquisa inédita sobre o uso das redes sociais pelas micro e pequenas empresas alocadas no estado de São Paulo.
Segundo o levantamento – feito com base em 500 entrevistas de todos os segmentos -, 17% das empresas pesquisadas já possuem cadastros em redes sociais com o objetivo de estreitar o relacionamento com os consumidores e balizarem suas ações junto ao público. Entre as mais ativas nesses ambientes, destacam-se as instituições financeiras com 26% de adesão. “Em contrapartida, o comércio varejista é o que faz menos uso da plataforma, contando com 12% das empresas”, diz Sandra Turchi, superintendente de marketing da ACSP.
Segundo pesquisa realisada pelas empresas Chadwick Martin Bailey e iModerate, mais de 60% dos usuários do Twitter ficam mais interessados em comprar produtos de marcas que eles seguem no microblog e mais de 50% dos usuários do Facebook também pensam da mesma forma em relação às marcas às quais são fãs. Além disso, o estudo aponta para o fato de que estes internautas indicam os produtos e serviços 80% a mais do que os consumidores em geral.
Os fatores que motivam os internautas de Redes Sociais acessar a página destas marcas e tornarem-se mais próximos delas são: adquirir descontos, participar de promoções e serem informados sobre novidades da marca em primeira mão. Para acontecer essa proximidade com os clientes a comunicação da marca deve ser feito com cuidado para que as informações sobre os produtos não passe dos limites que o consumidor estabelece como aceitável.
Brasileiro adora pechinchar. E o fato de não poder colocar em prática esse costume nas compras pela internet é uma das barreiras ao crescimento do e-commerce. Pelo menos essa é a conclusão de uma pesquisa que embasou a mais nova promoção de Visa.
Desenvolvida pela ID\TBWA, a ação Juntos pelo Desconto foi iniciada nesta semana com uma mecânica simples: subsidiada pela Visa, varejistas prometem baixar o preço de um produto, nas compras online realizadas com o cartão, quando a adesão dos internautas somar determinado número de mensagens.
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