Apesar do crescimento das compras via e-commerce, esse estilo de comércio eletrônico ainda é muito recente e por isso há ainda, por parte do consumidor, muita insegurança na transmissão de dados e senhas pessoais em um ambiente virtual na hora do pagamento. “Muitas pessoas não sabem distinguir um site ‘seguro’ de um altamente permeável. A legislação brasileira tende e quase que se obriga a mudanças no código de defesa do consumidor, exigindo e punindo as lojas virtuais que não se adequarem às boas práticas de segurança.”, destaca Arnaldo Korn do portal ‘Pagamento Já’, especializado em fazer intermediação de pagamentos via internet para todo tipo de comércio eletrônico.
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A temporada de datas sazonais no ecommerce deverá começar em alta em 2011. Segundo a e-bit, empresa especializada em informações de comércio eletrônico, o Dia das Mães contribuirá com R$ 750 milhões no ano, o que significaria um acréscimo nominal de 20% em relação a 2010, quando faturou R$ 625 milhões. O período, contabilizado pela e-bit entre 24/04/2011 e 08/05/2011, é o segundo mais lucrativo para o setor, ficando atrás apenas do Natal.
“Como posso aumentar as vendas da minha loja sem ter que realizar grandes investimentos em marketing?”
Em primeiro lugar temos que conhecer o conceito de taxa de conversão, para avaliar como estão os números da loja virtual em comparação com os concorrentes ou com o mercado e mensurar a evolução durante a realização da otimização.
Você pode calcular sua taxa de conversão percentual dividindo o número de pedidos faturados mensais pelo número de visitantes únicos no mesmo período e multiplicar o resultado por 100. Por exemplo, se você teve 1,2 milhão de acessos únicos mensais e faturou 6,5 mil pedidos, a sua taxa de conversão é 0,54%. Para que você tenha uma referência e possa realizar algumas comparações, a taxa média de conversão do comércio eletrônico americano é de 2,9%. No Brasil, não temos esses números confirmados, mas especialistas estimam uma taxa de conversão média entre 1,5% e 2%.
O comércio eletrônico no Brasil não pára de crescer. Em 2010, quase um terço (33,02%) de todas as transações entre varejo e consumidores foram feitas eletronicamente. Naquelas realizadas entre empresas, esse índice sobe pra quase dois terços do total, para 65,25%. Esses dados fazem parte da 13ª edição da Pesquisa FGV-EAESP, divulgada hoje pela Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas.
A Pesquisa foi elaborada pelo professor Alberto Luiz Albertin, coordenador do Centro de Tecnologia de Informação Aplicada (GVcia) e do Programa de Excelência em Negócios da Era Digital (NED). Foram consideradas 470 empresas de vários tamanhos, setores e ramos de atividade, nacionais ou multinacionais que operam no mercado brasileiro e atuam em algum nível no ambiente digital.
As empresas brasileiras de comércio eletrônico devem faturar 20% a mais em 2011 no Dia das Mães em relação ao mesmo período de 2010, com a competitividade no setor impulsionando o consumo.
O setor deve reportar faturamento de R$ 750 milhões entre 24 de abril e 8 de maio deste ano, contra R$ 625 milhões obtidos no mesmo período do ano passado, conforme projeção da consultoria e-bit divulgada na segunda-feira (25/4).
O setor de comércio eletrônico deve faturar R$ 20 bilhões neste ano, o que representa um crescimento nominal de 30% frente a 2010, estimam a e-bit e a camara-e.net (Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico)
Entre os motivos para o avanço, estão as novas ferramentas que auxiliam os consumidores na hora de realizar uma compra, como as redes sociais, além dos portais de compra coletiva.
O homem gasta 35% mais compras pela internet do que as mulheres, segundo uma pesquisa da E-bit em parceria com a Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico. Eles buscam, principalmente, eletroeletrônicos, celulares e peças de carros. Além de comprar mais, eles também são maioria: 57% dos clientes online.
Com a regulamentação da Lei Estadual 13.747/2009 – SP, que exige dos estabelecimentos comerciais do Estado de São Paulo a fixação de data e turno para a entrega de produtos, há questionamentos de clientes sobre o suporte dos serviços de encomenda dos Correios para atendimento ao disposto na lei.
Antes de tudo, cabe esclarecer que a lei realmente é benéfica ao consumidor na entrega de produtos e serviços que exijam a presença do destinatário no domicílio. Nada pior do que ficar esperando alguém para instalar um equipamento em casa e, ao final, ninguém aparecer. Mas é necessário ir um pouco mais a fundo nesta questão.
O aumento do poder aquisitivo dos brasileiros da classe C nos últimos anos, formada por pessoas cuja renda familiar é de até R$ 3 mil, fez com que ela passasse a ter extrema relevância para o comércio eletrônico. Hoje, esse público representa 52% dos consumidores que compram pela web, de acordo com estudo da empresa de monitoramento de comércio eletrônico e-bit. Já as classes mais alta, com renda familiar de R$ 3 mil até R$ 5 mil e com rendimento mensal superior a R$ 5 mil, representam 24%.

O número de pessoas com acesso à internet em qualquer ambiente (domicílios, trabalho, escolas, lan houses ou outros locais), no Brasil, atingiu 73,9 milhões no quarto trimestre de 2010, segundo o IBOPE Nielsen Online.
O número representa crescimento de 9,6% em relação aos 67,5 milhões do quarto trimestre de 2009. O acesso à internet no trabalho e em domicílios vem crescendo ainda mais. O total de pessoas com acesso em pelo menos um desses dois ambientes chegou a 56 milhões em fevereiro de 2010, o que significou um crescimento de 19,2% sobre os 47 milhões do mesmo mês do ano anterior. O total de pessoas que moram em domicílios com acesso à internet cresceu 24% nesse período e já é de 52,8 milhões, segundo o IBOPE Nielsen Online.
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