“Como posso aumentar as vendas da minha loja sem ter que realizar grandes investimentos em marketing?”
Em primeiro lugar temos que conhecer o conceito de taxa de conversão, para avaliar como estão os números da loja virtual em comparação com os concorrentes ou com o mercado e mensurar a evolução durante a realização da otimização.
Você pode calcular sua taxa de conversão percentual dividindo o número de pedidos faturados mensais pelo número de visitantes únicos no mesmo período e multiplicar o resultado por 100. Por exemplo, se você teve 1,2 milhão de acessos únicos mensais e faturou 6,5 mil pedidos, a sua taxa de conversão é 0,54%. Para que você tenha uma referência e possa realizar algumas comparações, a taxa média de conversão do comércio eletrônico americano é de 2,9%. No Brasil, não temos esses números confirmados, mas especialistas estimam uma taxa de conversão média entre 1,5% e 2%.
A Fundação Getúlio Vargas (FGV) divulgou nesta terça-feira, 19/04, os resultados da 13ª pesquisa Comércio Eletrônico no Mercado Brasileiro, realizada com 470 empresas, nacionais e multinacionais, de diversos segmentos e com atuação em diversos níveis no ambiente digital.
O estudo concluiu que o comércio eletrônico já representa 65,25% das transações B2B e 33,02% dos negócios feitos com o consumidor no Brasil. Com estes percentuais, a pesquisa aponta que o comércio eletrônico vem evoluindo no País e, mais que isso, a tendência é de crescimento, agora cauteloso em com foco no retorno efetivo dos investimentos.
O setor de comércio eletrônico deve faturar R$ 20 bilhões neste ano, o que representa um crescimento nominal de 30% frente a 2010, estimam a e-bit e a camara-e.net (Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico)
Entre os motivos para o avanço, estão as novas ferramentas que auxiliam os consumidores na hora de realizar uma compra, como as redes sociais, além dos portais de compra coletiva.
O aumento do poder aquisitivo dos brasileiros da classe C nos últimos anos, formada por pessoas cuja renda familiar é de até R$ 3 mil, fez com que ela passasse a ter extrema relevância para o comércio eletrônico. Hoje, esse público representa 52% dos consumidores que compram pela web, de acordo com estudo da empresa de monitoramento de comércio eletrônico e-bit. Já as classes mais alta, com renda familiar de R$ 3 mil até R$ 5 mil e com rendimento mensal superior a R$ 5 mil, representam 24%.
De acordo com dados apresentados pela IAB Brasil (Interactive Advertising Bureau), o mercado de vendas pela internet faturou cerca de R$ 15 bilhões em 2010. A cidade de Campinas ocupou a quinta posição entre as que mais consomem e procuram comércio eletrônico, segundo informações do Google Insigths. Um fator relevante para o aumento nas vendas on-line foi a expansão dos sites de compras coletivas. Em dezembro do ano passado, eram 405 sites e hoje esse número subiu para 1.100, de acordo com o site Bolsa de Ofertas.com.br. Atento a este potencial mercado, o Senac Campinas realiza a mesa-redonda Como Gerar Negócios na Web em 16 de fevereiro, próxima quarta-feira, em seu auditório.
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O e-commerce é uma tendência de solidificação mundial e o Brasil não poderia ficar de fora quanto a sua participação nos crescentes números de faturamento representados pelo setor.
Podemos dizer que estamos vivendo a fase do amadurecimento do e-commerce no país. Fatores como insegurança, falta de confiabilidade ou mesmo informação para o mercado são pontos que, aos poucos, vão deixando de existir por conta dos investimentos do varejo online em promover uma nova cultura de consumo.
A tecnologia avança e ganha contornos em todos os segmentos da economia. O setor de telecomunicações dá a sua contribuição, levando a tecnologia da informação a reboque, ou será o inverso? No varejo esta evolução ainda ocorre lentamente, mas é bom dizer, que nas lojas físicas. Porque na internet a competição na arena da inovação força aportes mais velozes. Especialistas discutiram o tema no painel “Transformação do Varejo Tradicional para o Digital: Como obter sucesso em um mercado dinâmico com grande abrangência e altas taxas de crescimento”, durante o Futurecom 2010, e constataram: o varejo brasileiro só se encantou pela tecnologia a partir do Plano Real, quando precisou se autoconhecer e competir por margens diminutas.
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Caso você seja um dos grandes acionistas da Amazon.com ou da B2W, a resposta é óbvia: não atuamos em apenas um nicho de mercado! Mas, na hipótese provável de que você seja um pequeno ou médio empreendedor da web, reflita sobre as considerações a seguir, antes de responder à pergunta do título ou pensar em criar sua loja virtual.
O comércio eletrônico brasileiro deve passar o Natal em alta em 2010. De acordo com dados levantados pela e-bit, a data sazonal tem previsão de faturar R$ 2,2 bilhões durante o período de 15 de novembro a 24 de dezembro. Isso corresponde a um aumento nominal de 40% em relação ao ano anterior, quando o resultado chegou a R$ 1,6 bilhão no mesmo período.
Uma pesquisa realizada com jovens de13 a 18 anos revelou que 74% deles consideram a internet como meio favorito para comunicação, informação e entretenimento. O estudo, chamado de “Ludoviko, The Lateen Project”, é da Enfoque Pesquisa, em parceria com a empresa americana KiteLab.
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