Cada vez mais brasileiros estão recorrendo à Internet para realizar suas compras. De acordo com a Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico, em 2010, o setor movimentou cerca de R$ 14,8 bilhões. Esse segmento é uma das grandes oportunidades para a Visa já que 80% das compras feitas no comércio eletrônico são pagas com cartão de crédito. Pensando nisso, a Visa se uniu ao Carrefour, para oferecer mais benefícios aos seus portadores de cartão, ao lançar a promoção “Juntos pelo Desconto Visa”.
Apesar do crescimento das compras via e-commerce, esse estilo de comércio eletrônico ainda é muito recente e por isso há ainda, por parte do consumidor, muita insegurança na transmissão de dados e senhas pessoais em um ambiente virtual na hora do pagamento. “Muitas pessoas não sabem distinguir um site ‘seguro’ de um altamente permeável. A legislação brasileira tende e quase que se obriga a mudanças no código de defesa do consumidor, exigindo e punindo as lojas virtuais que não se adequarem às boas práticas de segurança.”, destaca Arnaldo Korn do portal ‘Pagamento Já’, especializado em fazer intermediação de pagamentos via internet para todo tipo de comércio eletrônico.
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A Fundação Getúlio Vargas (FGV) divulgou nesta terça-feira, 19/04, os resultados da 13ª pesquisa Comércio Eletrônico no Mercado Brasileiro, realizada com 470 empresas, nacionais e multinacionais, de diversos segmentos e com atuação em diversos níveis no ambiente digital.
O estudo concluiu que o comércio eletrônico já representa 65,25% das transações B2B e 33,02% dos negócios feitos com o consumidor no Brasil. Com estes percentuais, a pesquisa aponta que o comércio eletrônico vem evoluindo no País e, mais que isso, a tendência é de crescimento, agora cauteloso em com foco no retorno efetivo dos investimentos.
As empresas brasileiras de comércio eletrônico devem faturar 20% a mais em 2011 no Dia das Mães em relação ao mesmo período de 2010, com a competitividade no setor impulsionando o consumo.
O setor deve reportar faturamento de R$ 750 milhões entre 24 de abril e 8 de maio deste ano, contra R$ 625 milhões obtidos no mesmo período do ano passado, conforme projeção da consultoria e-bit divulgada na segunda-feira (25/4).
O homem gasta 35% mais compras pela internet do que as mulheres, segundo uma pesquisa da E-bit em parceria com a Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico. Eles buscam, principalmente, eletroeletrônicos, celulares e peças de carros. Além de comprar mais, eles também são maioria: 57% dos clientes online.
Com a regulamentação da Lei Estadual 13.747/2009 – SP, que exige dos estabelecimentos comerciais do Estado de São Paulo a fixação de data e turno para a entrega de produtos, há questionamentos de clientes sobre o suporte dos serviços de encomenda dos Correios para atendimento ao disposto na lei.
Antes de tudo, cabe esclarecer que a lei realmente é benéfica ao consumidor na entrega de produtos e serviços que exijam a presença do destinatário no domicílio. Nada pior do que ficar esperando alguém para instalar um equipamento em casa e, ao final, ninguém aparecer. Mas é necessário ir um pouco mais a fundo nesta questão.
O aumento do poder aquisitivo dos brasileiros da classe C nos últimos anos, formada por pessoas cuja renda familiar é de até R$ 3 mil, fez com que ela passasse a ter extrema relevância para o comércio eletrônico. Hoje, esse público representa 52% dos consumidores que compram pela web, de acordo com estudo da empresa de monitoramento de comércio eletrônico e-bit. Já as classes mais alta, com renda familiar de R$ 3 mil até R$ 5 mil e com rendimento mensal superior a R$ 5 mil, representam 24%.

O número de pessoas com acesso à internet em qualquer ambiente (domicílios, trabalho, escolas, lan houses ou outros locais), no Brasil, atingiu 73,9 milhões no quarto trimestre de 2010, segundo o IBOPE Nielsen Online.
O número representa crescimento de 9,6% em relação aos 67,5 milhões do quarto trimestre de 2009. O acesso à internet no trabalho e em domicílios vem crescendo ainda mais. O total de pessoas com acesso em pelo menos um desses dois ambientes chegou a 56 milhões em fevereiro de 2010, o que significou um crescimento de 19,2% sobre os 47 milhões do mesmo mês do ano anterior. O total de pessoas que moram em domicílios com acesso à internet cresceu 24% nesse período e já é de 52,8 milhões, segundo o IBOPE Nielsen Online.
A comissão de juristas que trabalha para atualizar o CDC dedicou sua segunda reunião de trabalho, aos primeiros estudos sobre a legislação aplicada em outros países para regular o comércio eletrônico e ainda para evitar o superendividamento dos consumidores. Na instalação da comissão, em dezembro passado, o ministro do STJ Herman Benjamin, que preside a comissão, havia adiantado que esses seriam os temas mais importantes em pauta.
Pesquisa referente ao mercado mundial de telefones celulares realizada pelo Gartner mostrou que, em 2010, a Apple aumentou em 87,2% suas vendas e deixou fabricantes de peso para trás. De maneira geral, o setor registrou crescimento de quase 32% em doze meses tendo sido vendidos mais de 1,6 bilhão de celulares em todo o mundo.
De acordo com os dados, a marca da maçã vendeu cerca de 46,5 milhões de iPhones ao longo do ano e, por isso, apareceu como a quinta maior empresa do mercado superando Sony Ericsson e Motorola. No levantamento, o instituto revela que as vendas da Motorola encolheram: eram 58,4 milhões de aparelhos vendidos em 2009 contra os 38,5 milhões comercializados no ano passado.
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