A comissão de juristas que trabalha para atualizar o CDC dedicou sua segunda reunião de trabalho, aos primeiros estudos sobre a legislação aplicada em outros países para regular o comércio eletrônico e ainda para evitar o superendividamento dos consumidores. Na instalação da comissão, em dezembro passado, o ministro do STJ Herman Benjamin, que preside a comissão, havia adiantado que esses seriam os temas mais importantes em pauta.
Pesquisa referente ao mercado mundial de telefones celulares realizada pelo Gartner mostrou que, em 2010, a Apple aumentou em 87,2% suas vendas e deixou fabricantes de peso para trás. De maneira geral, o setor registrou crescimento de quase 32% em doze meses tendo sido vendidos mais de 1,6 bilhão de celulares em todo o mundo.
De acordo com os dados, a marca da maçã vendeu cerca de 46,5 milhões de iPhones ao longo do ano e, por isso, apareceu como a quinta maior empresa do mercado superando Sony Ericsson e Motorola. No levantamento, o instituto revela que as vendas da Motorola encolheram: eram 58,4 milhões de aparelhos vendidos em 2009 contra os 38,5 milhões comercializados no ano passado.
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De acordo com dados apresentados pela IAB Brasil (Interactive Advertising Bureau), o mercado de vendas pela internet faturou cerca de R$ 15 bilhões em 2010. A cidade de Campinas ocupou a quinta posição entre as que mais consomem e procuram comércio eletrônico, segundo informações do Google Insigths. Um fator relevante para o aumento nas vendas on-line foi a expansão dos sites de compras coletivas. Em dezembro do ano passado, eram 405 sites e hoje esse número subiu para 1.100, de acordo com o site Bolsa de Ofertas.com.br. Atento a este potencial mercado, o Senac Campinas realiza a mesa-redonda Como Gerar Negócios na Web em 16 de fevereiro, próxima quarta-feira, em seu auditório.
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O último ano revelou números positivos quando o assunto é internet móvel. Os dados levantados pela ABI Research mostraram que a tecnologia movimentou US$ 100 bilhões, o que representa um avanço de 20% em relação a 2009.
Muitos internautas brasileiros ainda não compram em lojas virtuais por medo de terem seus dados extraviados ou de não receberem o produto. Portanto, é imprescindível não só para a conquista de clientes, mas também para o crescimento do comércio eletrônico nacional, que os lojistas ofereçam garantias de segurança aos seus consumidores. Nesse sentido, o selo de segurança se torna um incentivo de vendas muito eficiente.
As vendas por meio da Internet devem permanecer aquecidas ao longo deste ano. As boas projeções levam em conta os negócios registrados em 2010, sobretudo no período que antecedeu o Natal, entre os dias 15 de novembro e 24 de dezembro. Nesse período, as vendas cresceram 40% no país em relação ao mesmo intervalo de 2010, segundo a empresa de monitoramento de comércio eletrônico e-bit. A receita bruta dos sites de comércio eletrônico neste período, puxada pelas vendas de bens de consumo para o Natal, totalizou R$ 2,2 bilhões.
O Plano Nacional de Banda Larga (PNBL) deve colocar no mercado o serviço de internet rápida ao custo final de R$ 35. Mas, de acordo com o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, o valor pode cair para menos de R$ 30. Basta vontade dos Estados.
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