O Google que já tem um desafio na Itália, onde três executivos da empresa foram acusados de violação das leis de privacidade do país, a questão de operar na China sem o filtro censor e preocupações antitruste nos Estados Unidos, agora foi a vez da Comissão Europeia que confirmou três queixas de três companhias de internet contras as práticas comerciais do Google, solicitando uma resposta deste gigante da busca. Apesar de que, ainda não há nenhuma investigação antitruste formal aberta contra o Google, como frisou o órgão.
Foi dado ao Google uma oportunidade de explicar essas acusações e convencer de que suas práticas estão em linha com a legalidade.
O que pode ser um processo da competição. As acusações partiram do site de comparação de preços britânico Foundem, da ferramenta de busca de informações jurídicas francesa ejustice.fr e do Ciao (que é da Microsoft).
Julia Holtz, do conselho de competição do Google, mencionou em um post de blog que a conexão da Microsoft com duas das três ações aumentam as dúvidas sobre o que motivou acusações, o que poderia estar mais ligado à competição que legitimidade.
A empresa Cisco Systems promete divulgadar em 9 de março uma tecnologia para que provedoras de serviços de telecomunicações forneçam conexões mais avançadas de internet de alta velocidade. A empresa disse que a tecnologia “mudarão a internet para sempre”.
A Google também anunciar seu plano para criar sua própria rede de fibra óptica de altíssima velocidade que pretende revolucionar o mercado da Internet. Prometendo, downloads de filmes a uma velocidade maior e vídeo-conferências sem falhas.
A medida segue o anúncio dos planos da Comissão Federal de Comunicações dos Estados Unidos (FCC, na sigla em inglês) de exigir velocidades maiores de conexão como parte de seu Plano Nacional de Banda Larga, que será revelado em 17 de março. A FCC quer exigir uma velocidade mínima de 100 megabits por segundo (Mbps) para a internet.
Vamos aguardar…
Para ganhar a confiança do internauta na hora de escolher um produto em sua loja virtual é necessário estar atendo a algumas fases que ocorre para isso acontecer. A segurança nos meios de pagamento é uma delas, tanto para consumidores quanto para os lojistas. Hoje, as opções são muitas, como boleto bancário e parcelamento em 12 vezes no cartão, por exemplo. E esse serviço vem batendo recordes no Brasil. A e-bit mostra que em 2009 a classe AB pulou de 71% para 80% em presença no e-commerce, enquanto a nova classe média saiu de 33% para 45%.
Outra fase é atrair a atenção dos consumidores, assim como acontece no ponto-de-venda, as empresas precisam se destacar, para que o consumidor entre na loja. No e-commerce não é diferente. É muito importante que a sua loja, marca e os produtos estejam dispostos de forma intuitiva, inteligente e transmita todas as informações relevantes com imagens, textos e a sofisticação também ajuda na compra.
Acompanhar esse consumidor via chat ou telefone, auxiliando-o em dúvidas e informando as características sobre o produto que quer comprar é uma das fases que requer atenção e é extremamente necessária se o seu produto é único ou personalisado.
Os internautas estão atentos a tudo na rede, estão formando opnião e gerando marcas com foco no interativo, em usabilidade e interface, que são hoje as ferramentas que mais convertem em vendas reais. “Não basta ter uma vitrini virtual, a sua loja deve oferecer uma esperiência agradável na hora da compra”, acrescenta a diretora de marketing da Ekom.
A presença das grandes redes varejistas (Americanas, Ponto-Frio, Wall-Mart e Casas Bahia) na internet tem impulsionado o crescimento na audiência dos sites de comércio eletrônico. Em dezembro de 2009, a subcategoria “Lojas de Varejo” aumentou consideravelmente chegando ao nível recorde de audiência de: 21,3 milhões de pessoas.
Com previsão de estrear até o final de março, o Carrefour anunciou que oferecerá descontos e acesso prioritário a seu novo serviço de e-commerce para consumidores que se cadastrarem online e dará desconto de 20% em compras feitas no site no dia da estreia, além de “acesso exclusivo”.
Inicialmente, a rede francesa de varejo tinha planos de começar a oferecer produtos pela internet em 2008.
Com a estréia da sua operação online, o Carrefou entra na briga tanto com gigantes de e-commerce, como o Submarino, Americanas.com e a Nova PontoCom (nascida da fusão entre Pão de Açucar e Casas Bahia), como com redes de varejo “independentes” como, Wal-Mart e Magazine Luiza.
Existe a tendência da Internet em baixar implacávelmente os preços, mesmo as grandes empresas online, agora, alguns editores de livros – por exemplo – estão remarcando os valores e colocando em ação uma variedade de táticas e ferramentas para controlar a forma como os seus produtos são apresentados e vendidos online.
“Estamos vendo empresas de todos os tipos testando alguns produtos e preços na internet” como estratégias para controlar a marcação de preços online, explica Christopher Sprigman, professor assistente de propriedade intelectual na Universidade de Direito da Virginia, Estados Unidos, e antigo advogado no Departamento de Justiça. “Elas agora, têm mais liberdade para realisar está prática.”
Em Portugal, essa liberdade deriva de uma decisão de 2007 do Supremo Tribunal no caso da Leegin Creative Leather Products versus PSKS. A decisão deu aos fabricantes um espaço de manobra consideravelmente maior para ditar os preços de atacado, o que antes era considerado uma violação da lei, e estabeleceu uma elevada barreira legal aos atacadistas para esses testarem como isso é visto pelos consumidores.
Desde que a decisão foi tomada, os atacadistas dizem que os fabricantes tornaram-se mais agressivos no que diz respeito a uma ferramenta em particular: a internet.
Os fabricantes, claro, têm uma visão diferente. Dizem que a competitividade da Internet abriu uma corrida aos preços mais baixos – cpara todos, desde grandes empresas a vendedores autônomos, oferecerem, vorazmente, produtos com desconto e até com prejuízo num esforço para capturar quota de mercado e atenção dos grandes motores de busca e dos sites de comparação de preços.
“Não existindo este jogo do empurra entre fabricante e atacadistas, haverá a tendência natural de baixar o preço até ao zero”, afirma Wes Shepherd, diretor executivo da Channel Velocity.
Teremos então desvalorização dos produtos ao ponto de ser difícil distribui-lo? Acredito que não.
O resultado é que alguns fabricantes estão, efetivamente, controlando os preços que o consumidor vê na Internet.
O projeto será testado durante três a seis meses, e o objetivo das empresas é comercializar o novo dispositivo no Brasil assim que acabarem os testes.
Segundo o diretor executivo de Produtos da Visa, a empresa pretende que a nova solução esteja sendo usada quando chegarem os jogos da Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016.
“Será uma maior facilidade para estrangeiros, pois a nossa ideia é que o celular possa pagar não só as compras, mas também o transporte público, como o metrô no Rio de Janeiro, sem que o passageiro tenha que passar no guichê para comprar o bilhete”, afirma Wassman.
Para usar está tecnologia o cliente receberá do banco um cartão de memória microSD, que é compatível com diversos modelos de celular. E estão trabalhando também a possibilidade de de vender cartões de memória pré-pagos.
Está tecnologia para pagamento é chamada de Near Field Communication (NFC), que não exige o contato,apenas a aproximação do celular ao terminal. Para compras de valores inferiores ao equivalente a US$ 25 (cerca de R$ 45), basta a aproximação para que o pagamento seja realizado, de acordo com o diretor da Visa. No caso de valores mais altos, será preciso digitar uma senha.
Segundo Wassman, os atuais terminais da Cielo, credenciadora que até junho deste ano tem exclusividade com a bandeira Visa no Brasil, estão aptos para reconhecer o chip dos cartões de memória microSD. Para os demais, será necessário instalar um dispositivo.
Aos que preferem a comodidade da tecnologia na hora da compra, é um prato cheio.
E para os lojistas online… mais um dado interessante sobre as possibilidades de vendas através da rede é o fato de que o Brasil já possiu mais de 175 milhões de celulares.
A Google acaba de lançar o Google Shopper para celulares Android, é uma nova aplicação que permite buscar por produtos na web de uma maneira bem diferente.
O aplicativo Shopper trabalha com reconhecimento de imagens que, identifica produtos através de reconhecimento fotográfico, da leitura de código de barras e até por comandos de voz, realizando a busca e exibindo resultados detalhados e comparação de preços. Quem sai ganhando é o varejo online que, além de ser encotrado oferece a facilidade de pagamentos rápidos. Um clique e pronto.
Neste caso a compra é relisada através do desejo do momento e a publicidade é desnecessária (em um ponto de vista).
Mundo da publicidades à parte, esse aplicativo será um novo boom para o comércio eletrônico.
Independentemente do segmento em que a empresa atua, a concorrência é cada vez mais cruel e sensível a erros. O bom relacionamento com os clientes, seja pessoalmente, seja por telefone ou virtualmente, é um diferencial e define a decisão de compra ou manutenção de conta dos clientes.
O escritor Marco Persona em relato disse: “Esta semana adquiri 1 DVD em um supermercado e 6 pela Internet, 2 de uma empresa e 4 de outra. Em minha compra envolvi 3 fornecedores. A compra no supermercado foi por estar lá, mas as duas outras foram pensadas, pesquisadas e decididas não apenas pelo preço mas também pela idoneidade do fornecedor”. Penso que, neste relato temos como relevante a constatação de que uma compra em loja física sua maioria acontece por impulso, já as compras realizadas através de lojas virtuais são pesquisadas… analisadas e se houver um atendimento eficiênte que, dê segurança na hora da decisão, a compra será realisada.
“O acréscimo de serviços e comodidades na transação pode ser um aliado para aprofundar esse relacionamento já que o serviço tende a exigir um contato mais pessoal e personalizado com o cliente.” acrescenta Marco Persona.
É necessário tomar cuidado com sistemas automatizados de relacionamento. Coisas do tipo mala direta, telemarketing e emailmarketing são estratégias possíveis de se colocar em piloto automático graças à tecnologia. Clientes mais sofisticados já não são influenciados pelos apelos de um relacionamento assim, pois entende o que existe por trás dos bastidores. Quando isso acontece, o que resta na hora da decisão ainda é a mensagem passada pela marca para a mente do cliente.
Em dados do Ibope foi constatado que, 45% do acesso doméstico à internet é feito pela classe C. São esses consumidores que, ao ver ofertas com pagamentos em até 12X, faz suas compras de eletroeletrônicos, vestuário e equipam suas casas.
É um círculo virtuoso que promete aumentar a partir da oferta de acesso em banda larga gratuita ou a preços populares a partir deste ano. Preparem-se porque os outros 55% desses consumidores vão entrar na rede mundial muito rápido!
Já o acesso a internet usando o celular é de 14% da classe A, 6% na classe B, 2% na C e 1% na DE. O acesso mobile (por celular, pda ou smartphone) serve primeiramente para receber e enviar emails (27%), depois para ler notícias (23%) e acessar e-commerce. Esses consumidores buscam informações sobre o produto.
O Comércio via celular deve somar US$ 119 bilhões em 2015.
Uma das tendências evidenciadas pelo relatório reside no fato dos consumidores passarem cada vez mais a comparar preços de produtos em lojas diferentes por meio dos seus celulares, antes da com compra.
E uma pesquisa realizada nos Estados Unidos pela Sterling Commerce – empresa do grupo AT&T – apontou que cerca de 85% dos entrevistados, por exemplo, querem poder comprar um item online e trocá-lo em uma loja física enquanto 67% querem poder fazer o pedido online e apanhar a mercadoria na loja.
O comércio eletrônico pode, apesar de pouco tempo de existência, ser considerado a grande referência de produtos variados. Do total de pessoas que acessaram a rede mundial de computadores para adquirir mercadorias em lojas virtuais, 86,3% a consideraram confiável.
Segundo pesquisa feita através de 1,4 milhão de questionários, entre janeiro e dezembro do ano passado, e a média de satisfação revelada pelos pesquisados com o desempenho das lojas ficou em 86,3%.
Somente no mês de dezembro foram coletados 150.998 mil questionários entre os dias 1 e 31. O índice específico do mês do Natal ficou em 85,98% de satisfação.
De acordo com a e-bit, foram movimentados R$ 1,6 bilhão no período de 15/11 a 24/12 em vendas de bens de consumo. Esse valor representa um aumento de 28% em relação ao mesmo período de 2008, quando o faturamento para a data sazonal foi de R$ 1,25 bilhão.
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